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O processo de diagnóstico
foi coordenado pelo antropólogo Arlindo Stefani, que animou encontros,
seminários, percursos e viagens a pé e de barco por toda
a orla municipal, coletando informações e redescobrindo
uma Piracicaba que os próprios piracicabanos não se lembravam
mais. Ao final, a extensa gama de informações foi sintetizada
no volume “A cara de Piracicaba”, cujos textos e mapas sinestésicos
de sons, odores, memórias e ciclos econômicos desvelam um
universo de novas possibilidades para a cidade e o rio. Seu pano de fundo é
a sustentabilidade entre homem, cultura e meio, princípio seguido
na etapa seguinte, de elaboração de um plano de ação
para o município. O Plano de Ação Estruturador do
Projeto Beira-Rio (PAE) tem foco no Desenho Ambiental e Planejamento Ambiental,
os elos conceituais com os critérios de sustentabilidade lançados
pelo diagnóstico. |